Bernardim Ribeiro foi um escritor português renascentista. A sua principal obra é a novela Saudades, mais conhecida porém como Menina e Moça. Frequentou a corte de Lisboa, colaborou no Cancioneiro Geral de Garcia de Resende, que assim como Bernardim pertenceu à roda dos poetas palacianos juntamente com Sá de Miranda, Gil Vicente e outros.
Foi o introdutor do bucolismo em Portugal.
As suas obras tem praticamente todas o mesmo tema, a infelicidade amorosa.
Presume-se que Bernardim Ribeiro nasceu por volta de 1482. Não se conseguiu ainda provar que este poeta Bernardim Ribeiro e um seu homónimo que frequentou, entre 1507 e 1511, a Universidade de Lisboa, e que em 1524 foi nomeado escrivão da câmara, fossem a mesma pessoa. Também não se sabe ao certo a data da sua morte, mas pensa-se que foi em 1552.
terça-feira, 24 de março de 2009
Menina e Moça
Menina e Moça é um romance de Bernardim Ribeiro, também conhecido como Saudade. Foi editado por três vezes no séc. XVI: 1554, 1557-58 e 1559.O texto representa uma convergência de tópicos ficcionais, quer no plano da história literária (agregando ingredientes da novela de cavalaria, do romance pastoril e da novela sentimental), quer no plano do conteúdo (pela conversão a um lugar de encontro, feminino e lamentoso, da Menina - que inicia o livro com um monólogo de evocação de deslocação e de mudança de vida - com uma Senhora, com a qual discute histórias de amores infelizes, que se intercalam na acção central da ficção).
Lugar e mudança convertem-se em pólos de uma nostalgia amorosa e do fatalismo do sofrimento.
Lugar e mudança convertem-se em pólos de uma nostalgia amorosa e do fatalismo do sofrimento.
domingo, 21 de dezembro de 2008
Inquisição no século XVII
A inquisição existe em Portugal desde 1531.
Foi inicialmente uma instituição da Igreja católica, para combater a heresia, em que se averiguava se os crentes eram fiéis à doutrina ou não. Com o tempo, vários Países vieram a utilizar a inquisição para fazer Tribunais Régios, ou do Estado, com fins políticos vários.
A existência de vários grupos sociais pôs em causa as acções da igreja católica, devido a estes contestarem vários argumentos apresentados pela igreja.
No século XVII a inquisição era como um tribunal e castigava todos os pecadores, muitas vezes queimando – os.
A inquisição acabou em Portugal em 1821.
Foi inicialmente uma instituição da Igreja católica, para combater a heresia, em que se averiguava se os crentes eram fiéis à doutrina ou não. Com o tempo, vários Países vieram a utilizar a inquisição para fazer Tribunais Régios, ou do Estado, com fins políticos vários.
A existência de vários grupos sociais pôs em causa as acções da igreja católica, devido a estes contestarem vários argumentos apresentados pela igreja.
No século XVII a inquisição era como um tribunal e castigava todos os pecadores, muitas vezes queimando – os.
A inquisição acabou em Portugal em 1821.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Discurso
O presidente da república de início utiliza a invocação para chamar a atenção do auditório. O motivo do seu discurso é bem claro, o aniversário do 25 de Abril de1974.
Este mostra – se preocupado com o motivo de alguns jovens não saberem o que sucedeu nesse dia.
Ao longo do seu discurso utiliza figura de estilo como a anáfora, a apóstrofe, a preterição e outras figuras de estilo habituais neste tipo de discurso. Também questiona muitas vezes o auditório, o que faz este ficar atento e ouvir o que o presidente tem para dizer.
Este questiona – se como será o futuro e propõe algumas soluções para os problemas que existirão nesse mesmo futuro.
Este mostra – se preocupado com o motivo de alguns jovens não saberem o que sucedeu nesse dia.
Ao longo do seu discurso utiliza figura de estilo como a anáfora, a apóstrofe, a preterição e outras figuras de estilo habituais neste tipo de discurso. Também questiona muitas vezes o auditório, o que faz este ficar atento e ouvir o que o presidente tem para dizer.
Este questiona – se como será o futuro e propõe algumas soluções para os problemas que existirão nesse mesmo futuro.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Memória ao conservatório real
A história de Frei Luís de Sousa é uma história que engloba toda a simplicidade de uma fábula trágica antiga, e é caracterizada pela sensibilidade do espírito cristão.
As personagens também se baseiam em personagens mitológicas, comparando-as com as personagens da obra de Frei Luís de Sousa.
A obra de Frei luís de Sousa é um drama pela forma de tragédia dos acontecimentos, e a forma com que as pessoas podem reagir as leis que regem pode não ser a mais correcta.
Frei Luís de Sousa era o assunto de uma peça de teatro muito famosa de um teatro ambulante de actores castelhanos.
Almeida Garrett não se sentiu obrigado a apresentar fielmente a verdade histórica e a seguir a cronologia.
Ofereceu a obra ao conservatório real de Lisboa, honrando e venerando os eminentes literatos e os nobres caracteres cívicos que ele reúne.
Num século democrático, o povo quer verdade e tudo o que se fizer há – de ser pelo povo e com o povo, ou não se faz. Os leitores e os espectadores de hoje querem pasta mais forte, ou seja, a verdade.
Almeida Garrett despede – se dizendo que para entrar nos campos onde a terra se lavra com suor e quando produz, produz plantas úteis, mas desgraciosas a vista e fastientas ao olfacto, é o real e o necessário à vida.
As personagens também se baseiam em personagens mitológicas, comparando-as com as personagens da obra de Frei Luís de Sousa.
A obra de Frei luís de Sousa é um drama pela forma de tragédia dos acontecimentos, e a forma com que as pessoas podem reagir as leis que regem pode não ser a mais correcta.
Frei Luís de Sousa era o assunto de uma peça de teatro muito famosa de um teatro ambulante de actores castelhanos.
Almeida Garrett não se sentiu obrigado a apresentar fielmente a verdade histórica e a seguir a cronologia.
Ofereceu a obra ao conservatório real de Lisboa, honrando e venerando os eminentes literatos e os nobres caracteres cívicos que ele reúne.
Num século democrático, o povo quer verdade e tudo o que se fizer há – de ser pelo povo e com o povo, ou não se faz. Os leitores e os espectadores de hoje querem pasta mais forte, ou seja, a verdade.
Almeida Garrett despede – se dizendo que para entrar nos campos onde a terra se lavra com suor e quando produz, produz plantas úteis, mas desgraciosas a vista e fastientas ao olfacto, é o real e o necessário à vida.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Fernando Pessoa e a Publicidade
"Primeiro estranha-se. Depois entranha-se." coca-cola
"Eu explico como foi (disse o homem triste que estava com uma cara alegre), eu explico como foi..."Quando tenho um automóvel, limpo o. Limpo o por diversas razões: para me divertir, para fazer exercício, para ele não ficar sujo."O ano passado comprei um carro muito azul. Também limpava esse carro. Mas cada vez que o limpava, ele teimava em se ir embora. O azul ia empalidecendo, e eu e a camurça é que ficávamos azuis. Não riam... R camurça ficava realmente azul: o meu carro ia passando para a camurça.Afinal, pensei, não estou limpando este carro: estou o desfazendo."Antes de acabar um ano, o meu carro estava metal puro: não era um carro, era uma anemia. O azul tinha passado para a camurça. Mas eu não achava graça a essa transfusão de sangue azul."Vi que tinha que pintar o carro de novo. Foi então que decidi orientar me um pouco sobre esta questão dos esmalres. Um carro pode ser muito bonito, mas, se o esmalte com que está pintado tiver tendência para a emigração, o carro poderá servir, mas a pintura é que não serve. A pintura deve estar pegada, como o cabelo, e não sujeita a uma liberdade repentina, como um chinó. Ora o meu carro tinha um esmalte chinó, que saía quando se empurrava.
"Pensei eu: quem será o amigo mais apto a servir me de empenho para um esmalte respeitável?
Lembrei me que deveria ser o Bastos, lavadeira de automóveis com uma Caneças de duas portas nas Avenidas Novas. Ele passa a vida a esfregar automóveis, e deve portanto saber o que vale a pena esfregar.
"Procurei o e disse lhe: Bastos amigo, quero pintar o meu carro de gente. Quero pintá lo com um esmalre que fique lá, com um esmate fiel e indivorciável. Com que esmalte é que hei de pintar?"Com Berry/Loid, respondeu o Bastos e só uma criatura muito ignorante é que tem a necessidade de me vir aqui maçar com uma pergunta a que responderia do mesmo modo o primeiro chauffeur que soubesse a diferença entre um automóvel e uma lata de sardinhas". tintas Berry/Loid
"Eu explico como foi (disse o homem triste que estava com uma cara alegre), eu explico como foi..."Quando tenho um automóvel, limpo o. Limpo o por diversas razões: para me divertir, para fazer exercício, para ele não ficar sujo."O ano passado comprei um carro muito azul. Também limpava esse carro. Mas cada vez que o limpava, ele teimava em se ir embora. O azul ia empalidecendo, e eu e a camurça é que ficávamos azuis. Não riam... R camurça ficava realmente azul: o meu carro ia passando para a camurça.Afinal, pensei, não estou limpando este carro: estou o desfazendo."Antes de acabar um ano, o meu carro estava metal puro: não era um carro, era uma anemia. O azul tinha passado para a camurça. Mas eu não achava graça a essa transfusão de sangue azul."Vi que tinha que pintar o carro de novo. Foi então que decidi orientar me um pouco sobre esta questão dos esmalres. Um carro pode ser muito bonito, mas, se o esmalte com que está pintado tiver tendência para a emigração, o carro poderá servir, mas a pintura é que não serve. A pintura deve estar pegada, como o cabelo, e não sujeita a uma liberdade repentina, como um chinó. Ora o meu carro tinha um esmalte chinó, que saía quando se empurrava.
"Pensei eu: quem será o amigo mais apto a servir me de empenho para um esmalte respeitável?
Lembrei me que deveria ser o Bastos, lavadeira de automóveis com uma Caneças de duas portas nas Avenidas Novas. Ele passa a vida a esfregar automóveis, e deve portanto saber o que vale a pena esfregar.
"Procurei o e disse lhe: Bastos amigo, quero pintar o meu carro de gente. Quero pintá lo com um esmalre que fique lá, com um esmate fiel e indivorciável. Com que esmalte é que hei de pintar?"Com Berry/Loid, respondeu o Bastos e só uma criatura muito ignorante é que tem a necessidade de me vir aqui maçar com uma pergunta a que responderia do mesmo modo o primeiro chauffeur que soubesse a diferença entre um automóvel e uma lata de sardinhas". tintas Berry/Loid
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
"Os nossos olhos são diferentes todos os dias"
Os nossos olhos só vêem o que queremos, não é possível troca-los, mas a cada dia que passa eles são diferentes, pois nós dia a dia conseguimos ver coisas novas. O que eu quero dizer com isto é que nós temos que ter os olhos abertos para tudo o que nos rodeia porque a cada esquina que passamos os nossos olhos descobrem novos objectos, situações e objectivos.
Por isso eu não posso deixar de acreditar que apesar dos nossos olhos serem os mesmos, eles são diferentes todos os dias, não posso deixar de acreditar que todos nós temos esta capacidade.
Por isso eu não posso deixar de acreditar que apesar dos nossos olhos serem os mesmos, eles são diferentes todos os dias, não posso deixar de acreditar que todos nós temos esta capacidade.
Mas sera isso verdade?
Com isto a mensagem que eu vos quero transmitir é que quando forem na rua olhem a vossa volta e procurem estes novos objectos e estes novos objectivos que eu falei, porque irão descobrir as coisas mais interessantes que se pode imaginar
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